terça-feira, 29 de junho de 2010
BASES DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO - FINal
BASES DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO - PARTE 2
Dando sequencia aos trabalhos do PLANO, esta 2a Parte mostra a necessidade do foco no resultado e um conjunto de atitudes, ferramentas e diretrizes para CHEGAR AO OBJETIVO no menor tempo, com alta qualidade e menor custo. Em meio a tudo isto, não despreze as possíveis Ameaças e saiba tirar partido das oportunidades. Planejar é FAZER MAIS COM MENOS. Siga em frente e tenha foco no futuro.
BASES DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO - PARTE 1
quarta-feira, 23 de junho de 2010
GESTÃO PARTICIPATIVA
TRABALHO EM EQUIPE
Engº Tadachi – União Brasileira para a Qualidade - RJ
Estamos vivendo um novo milênio, marcado por profundas transformações tecnológicas, sociais e econômicas. Cada vez mais as ações individuais estão cedendo lugar às atividades coletivas e participativas. Com isso, vem-se obtendo maior cooperação e liberação do potencial criativo das equipes, maior indução para o engajamento, melhorando os resultados das organizações, além de estimular a motivação dos colaboradores diretos e indiretos.
A delegação é o ponto inicial dessas mudanças, onde o líder investe no amadurecimento coletivo das equipes, criando o indispensável clima para participação.
Dentro deste contexto, ressalta-se o expressivo destaque dos programas participativos tradicionais, enriquecidos a partir de 1960 com o advento das correntes japonesas da Qualidade, materializadas em muitos programas de comprometimento coletivo (Círculos da Qualidade, Times da Qualidade, 5S/ Housekeeping, Grupos de Melhoria, Grupos Operativos etc).
Pensamos, por exemplo, no quanto é importante para os pilotos da Fórmula 1, o trabalho das equipes, antes e durante as corridas, nas inúmeras indústrias e segmentos de serviços envolvidos.
O Programa Participativo Empresarial é a essência da mobilização para o aprendizado e crescimento. Segundo a pesquisa realizada pela Fundação da Educação Criativa (EUA), as habilidades requeridas na aprendizagem, na vida das 500 maiores empresas do mundo, por ordem de importância, todas associadas a participação e pessoas, foram:
1. Trabalho em equipe;
2. Solução de problemas;
3. Habilidades interpessoais;
4. Comunicação oral;
5. Saber ouvir;
6. Desenvolvimento profissional e pessoal;
7. Pensamento criativo;
8. Liderança;
9. Motivação para objetivos e metas;
10. Redação própria;
11. Desenvolvimento organizacional;
12. Computação; e
13. Muita leitura.
DIAGNÓSTICO
12 dicas importantes sobre DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL
1. Num diagnóstico, o conhecimento mais importante sobre a organização está nos seus integrantes e se expressa no discurso (o que as pessoas dizem), seja esse discurso formal ou informal, objetivo ou subjetivo, singular ou comum.
2. O discurso da organização estrutura-se como uma rede, e é nessa relação em rede que os significados se complementam e se entrecruzam, reforçando e ampliando significações.
3.
Contradições — sejam opiniões contraditórias de uma mesma pessoa, seja a convivência de posições contrárias num mesmo grupo — não são "defeitos", mas, sim, um componente inevitável do discurso, expressando a complexidade dinâmica da vida organizacional, tecida por concordâncias e convergências e, ao mesmo tempo, por divergências, conflitos, ambigüidades, ambivalências e paradoxos.
4. Mesmo problemas personalizados de modo pontual devem ser tratados, sempre, como pertinentes ao conjunto da instituição.
5. Quando se estabelece uma situação favorecedora da franqueza e do sigilo, os conteúdos que se expressam não precisam, obrigatoriamente, ter representatividade estatística para serem valorizados. Isso se justifica por duas razões: de um lado, conteúdos menos freqüentes podem ter importância, na medida em que o enunciante pode ser, apenas, mais corajoso ou mais ousado para falar sobre o que é censurado; de outro, um conteúdo repetido pode ser uma posição defensiva compartilhada por um grupo de entrevistados e não significar, de fato, uma percepção predominante.
6. Na realização de um diagnóstico organizacional, um consultor apenas traz um método; são as pessoas envolvidas que aportam o conteúdo.
7. A função do consultor é analisar os conteúdos, ordená-los e interpretá-los, abrindo novas possibilidades de significação.
8.
Na vida organizacional, há uma dimensão imaginária bastante intensa que dá, aos sentimentos e às percepções, a força de fatos. O que é sentido e percebido de modo subjetivo tem valor de realidade objetiva, independentemente de qual seja a realidade factual.
9. Quando, num diagnóstico, solicita-se a percepção individual sobre a vida organizacional, é freqüente que as entrevistas mobilizem uma tendência para queixas, como um desabafo, e para privilegiar as dificuldades, cabendo ao consultor buscar um mínimo equilíbrio de perspectivas, estimulando para que também se identifiquem os aspectos facilitadores.
10. Na conclusão do diagnóstico, na maior parte das vezes, o que surge como interpretação é um "conhecimento já conhecido", ou um "saber já sabido", que adquire novas significações e desdobramentos à medida que é discutido e compartilhado.
11.
Interpretação não é verdade (trata de percepções, sempre singulares), e os significados produzidos pelo consultor precisam ser validados pelos que vão usar o diagnóstico.
12. As pessoas envolvidas num diagnóstico e requisitadas a dar sua contribuição têm o direito de ter retorno dos resultados, de modo a ser possível reconhecer os efeitos ou as conseqüências da sua participação.
Pesquisado por Juliana, via web.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
MEIO AMBIENTE
RECICLAGEM EM NATAL
Agora já temos onde deixar:
Pilhas/baterias em geral - Banco Real e Nordestão.
Óleo de cozinha usado -
Lojas Extra, HiperBompreço e Nordestão.
As pilhas e baterias de celulares, câmeras digitais, controle remoto, relógios, etc, contém materiais que contaminam o solo e os lençóis freáticos deixando-os impróprios para utilização, podendo provocar problemas à saúde, como danos para os rins, fígado e pulmões. São eles: cádmio, mercúrio, níquel, chumbo.
Não esqueça: o Papa-Pilhas está disponível em todas as unidades do Banco Real e Nordestão.
Você sabia que apenas 1 litro de óleo despejado no esgoto polui cerca de um milhão de litros de água ou o que uma pessoa consome em 14 anos de vida? E ainda provoca a impermeabilização dos leitos e terrenos próximos, contribuindo para a ocorrência de enchentes.
Como fazer: Depois que o óleo usado esfriar, armazene em uma garrafa PET daquelas de 2 litros, se possível transparente. Tampe bem a garrafa e deposite-a no coletor de lixo de cor marrom, indicado para esta finalidade.
Todo óleo de cozinha coletado será encaminhado pela cooperativa às empresas recicladoras, que o utilizarão como matéria-prima para a produção de biocombustível.
Se você quer ajudar mais:
Divulgue este e-mail para todas as pessoas que assim como você se preocupa com nosso Planeta. É assim que ajudamos a construir um mundo melhor.
Colaboração de Eugênio Cunha para o blog do Getulio


