quarta-feira, 18 de abril de 2012

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA CAMPANHAS POLÍTICAS 2012


PLANEJAMENTO E LIDERANÇA DE CAMPANHAS POLITICAS COM FOCO NO RESULTADO ELEITORAL
O presente documento é fruto de um trabalho de mais de 15 anos na área do planejamento de campanhas políticas. No seu conjunto, os temas, atividades e projetos poderão ser aplicados tanto em campanhas majoritárias como também nas proporcionais.
O grande usuário desta metodologia foi o então Deputado Federal, Iberê Ferreira de Souza, hoje, vice-presidente do PSB-RN, que desde 94 vem aplicando os conceitos com grande sucesso em suas campanhas, além de outras experiências no estado do Espírito Santo.  
  1. PLANEJAMENTO E FORMAÇÃO DO COMITÊ POLÍTICO – estruturação do planejamento básico e formação do comitê com suas atribuições, organograma e plano de metas para o cumprimento dos objetivos.
  1. ELABORAÇÃO DE PLANO DE GOVERNO PARA PREFEITOS E GOVERNADORES – com base no diagnóstico local, regional e nacional (Incluindo pesquisas do tipo “focus groups”, Qualitativas e Quantitativas) elabora-se o Plano de Governo de forma participativa utilizando métodos e técnicas de gestão que possibilite dar maior consistência e praticidade ao plano.
  2. MOTIVAÇÃO E SUCESSO NA CAMPANHA POLÍTICA – Conjunto de palestras que foca fundamentalmente o ser humano. A abordagem segue uma linha que mescla comportamentos e sua correlação com os resultados pretendidos. Ideal para os dirigentes, lideranças políticas e formadores de opinião.
  3. TREINAMENTO DE LÍDERES E FORMAÇÃO DE GRUPOS DE BASE – Treinamento nos conceitos do processo político e foco no cidadão tendo como objetivo a formação de grupos de base e cadastramento de voluntários para o trabalho sócio-político. Trata-se de um movimento permanente, não sendo restrito ao período de campanha.
  4. MOBILIZAÇÃO PARA A RETA FINAL DE CAMPANHA – conjunto de reuniões e palestras que tem como objetivo o planejamento e ação efetiva para os últimos 30 dias de campanha política. Interpretação das pesquisas e montagem dos planos de ação.
  5.  CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO EM PLATAFORMAS POLÍTICAS – Uso do método Clic-KJ (Criatividade e planificação de idéias) para inovar o processo das campanhas. O método caracteriza-se pela praticidade e total envolvimento dos participantes.
  6. O QUE PODE E NÃO PODE NA CAMPANHA ELEITORAL – aspectos jurídicos do marketing político. Elaboração de material jurídico (Cartilha) para estudos e uso na campanha como um todo. Palestras de apoio e montagem de um canal de comunicação para solução de dúvidas.
  7. O QUE O CANDIDATO PODE FAZER PARA PERDER UMA ELEIÇÃO – mini curso voltado para a visão geral do processo da campanha, abordando os pontos cruciais e determinantes na perda de uma campanha e como evitar que estes pontos sejam os causadores desta perda.
  8. ENTENDENDO A CABEÇA DO ELEITOR – apresentação focada no livro A CABEÇA DO ELEITOR. – Palestra com a síntese do livro em apresentação Power Point destacando os principais pontos abordados e suas conseqüências na campanha.
  9. MARKETING E PROPAGANDA POLÍTICA DE BAIXO CUSTO – método e técnicas do marketing digital e outras soluções permitidas para a propaganda política e partidária.
  10. LIDERANDO PESSOAS PARA RESULTADOS – Aspectos fundamentais do processo de liderança focado em resultados através da ação organizada e produtiva das pessoas.
  11. O QUE SE ESPERA DE UM BOM GOVERNO – Tradução das expectativas da sociedade ao plano de trabalho e planejamento de um governo eficaz. 
Mais informações - faça contato com getulioferreira13@gmail.com e também no 27 98451001

quarta-feira, 11 de abril de 2012

FELICIDADE, MOTIVAÇÃO, PLANEJAMENTO E SUCESSO - Para refletir e agir


PALESTRA NO RIO GRANDE DO SUL - PGQP

No próximo dia 24 de Abril, estaremos na Reunião da Qualidade do PGQP com uma palestra cujo título é 
“GESTÃO: GERANDO VALOR COM QUALIDADE”
Palestrante: Engenheiro Getúlio Apolinário Ferreira
Consultor e Presidente do Centro Brasileiro de Integração e Cooperação Tecnológico – CEBICT
Vitória/ES

5S E A ISO 9001 - União para resultados


sábado, 31 de março de 2012


As atitudes de sucesso do bom profissional

São as habilidades pessoais que diferenciam o profissional, levam ao alto desempenho e ao crescimento na carreira. O êxito depende da reunião do maior número possível dessas competências decisivas

Autora: Elisa Tozzi – Revista Você SA 

O administrador de empresas paranaense Artur Grynbaum, de 41 anos, presidente do Grupo Boticário, alcançou o cargo mais alto da empresa em 2008, quando tinha 37. Hoje, ele lidera mais de 1 600 funcionários espalhados pelas unidades de Curitiba e São Paulo e prepara a empresa para um salto histórico.

Este ano, o Boticário entrou no mercado de vendas diretas, terreno de rivais como Natura e Avon. Para 2011, uma nova mudança está engatilhada: o Boticário vai ampliar a carteira de produtos, deixando de ser apenas uma empresa de cosméticos para vender também roupas, calçados e acessórios de moda.

"O desafio de expandir um negócio sempre me moveu", diz Artur. Há 24 anos na companhia, o executivo fez um MBA, passou por diversas áreas, foi diretor comercial e vice-presidente. Tecnicamente, seu currículo é completo. Mas, para ser escolhido pelo próprio fundador do grupo, Miguel Krigsner, como seu sucessor, Artur acha que foram outras competências, mais subjetivas, que pesaram.
"Tenho certeza que meu jeito de ser me ajudou a crescer e a chegar ao cargo que eu ocupo", diz. Artur está certo. Hoje, ter capacidade técnica é um pré-requisito. Mas o que faz com que alguém seja notado na imensidão de profissionais altamente qualificados são as chamadas atitudes comportamentais, mais difíceis de serem medidas, mas que garantem um desempenho acima do comum no dia a dia do trabalho.
Artur sintetiza essas competências como "jeito de ser", o que pode parecer pouca coisa, mas não é. A consultoria americana McKinsey conduziu uma pesquisa com mais de 140 presidentes com o objetivo de mapear quais aptidões comportamentais fazem a diferença para que um profissional encontre satisfação pessoal no trabalho e, consequentemente, entregue melhores resultados.
Segundo a consultoria, os líderes mais inspiradores têm, pelo menos, duas das cinco seguintes características bem desenvolvidas e reconhecidas por subordinados, colegas e chefes: atribuem significado ao trabalho; são otimistas; estabelecem conexões com pessoas diferentes; têm capacidade de engajar os outros e mantém a energia em alta.
No mercado brasileiro, apontam executivos e especialistas ouvidos por VOCÊ S/A, mais três habilidades estão valorizadas: possuir poder de análise; didática para liderar e comunicação eficiente. "Elas são unanimidade nas companhias brasileiras atualmente", diz Anderson Sant'anna, professor da Fundação Dom Cabral (FDC), de Minas Gerais. "Quanto mais alto o cargo, mais cobradas essas habilidades são." Super-homens só existem nas histórias em quadrinhos e nas telas de cinema. 

Nenhum profissional é excelente em todas as competências. "Ser melhor ou pior em determinada habilidade depende muito da personalidade de cada um", diz Seille Cristine Garcia dos Santos, psicóloga e pesquisadora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). E ter ansiedade por se tornar um superexecutivo pode ser um perigoso inibidor do crescimento na carreira.

"O importante é entender no que você é bom e se concentrar nisso. Caso contrário, a frustração aparece e a produtividade diminui", diz Luiz Carlos Cabrera, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) de São Paulo e diretor da Amrop Panelli Motta Cabrera, consultoria de executive search. Não há uma receita universal para o aperfeiçoamento dessas habilidades.
O importante é entender em quais aspectos você se sai naturalmente melhor e esforçar-se para aprimorá- los. É o que faz o carioca Alexandre Lyra, de 49 anos, presidente da Vallourec & Mannesmann Tubes, multinacional fabricante de tubos de aço, que investiu na habilidade de saber se comunicar, analisando que tipo de linguagem e abordagem deveria usar para se aproximar de sua equipe.
"Aprendi a ouvir mais e a tirar o melhor do time por meio da conversa", diz Alexandre. Para conhecer seus pontos fortes, o jeito é gastar algumas horas num exercício que demanda força de vontade e disciplina, mas que, se bem executado, dá satisfação pessoal: o autoconhecimento. Saber quem você é e o que quer é o primeiro passo para descobrir no que é bom. "O autoconhecimento nada mais é do que descobrir como você normalmente age diante das situações que é obrigado a enfrentar", diz Bia Machado, filósofa e professora da Casa do Saber, de São Paulo.
Ela propõe um exercício para começar a se autoconhecer e a mapear os pontos fortes e fracos: avaliar que tipo de raciocínio você usa em determinadas ocasiões. Se numa reunião de planejamento estratégico, por exemplo, você costuma ser otimista e pensar sempre no longo prazo ou se, frequentemente, coloca o que pode dar errado em primeiro plano. "O modo de resolver os problemas dá indícios das áreas nas quais somos melhores", explica Bia.

O professor Cabrera dá outro conselho: "Pensar na sua biografia ajuda a se conhecer melhor", diz. Para isso, liste os desafios que você já enfrentou, as crises pelas quais passou e os resultados dos quais mais se orgulha. "Isso dá trabalho e quanto mais cedo começar, melhor", explica. "Pensar na trajetória de vida e de carreira é um antídoto contra a baixa auto-estima", diz.
Isso é o começo para criar algo que faz toda a diferença: a sensação de satisfação com o que fazemos - sentimento que se reflete positivamente na vida pessoal e profissional. Logo abaixo você conhece quais são as atitudes mais importantes para ter sucesso na carreira.

O administrador de empresas paranaense Artur Grynbaum, de 41 anos, presidente do Grupo Boticário, alcançou o cargo mais alto da empresa em 2008, quando tinha 37. Hoje, ele lidera mais de 1 600 funcionários espalhados pelas unidades de Curitiba e São Paulo e prepara a empresa para um salto histórico.

Este ano, o Boticário entrou no mercado de vendas diretas, terreno de rivais como Natura e Avon. Para 2011, uma nova mudança está engatilhada: o Boticário vai ampliar a carteira de produtos, deixando de ser apenas uma empresa de cosméticos para vender também roupas, calçados e acessórios de moda.

"O desafio de expandir um negócio sempre me moveu", diz Artur. Há 24 anos na companhia, o executivo fez um MBA, passou por diversas áreas, foi diretor comercial e vice-presidente. Tecnicamente, seu currículo é completo. Mas, para ser escolhido pelo próprio fundador do grupo, Miguel Krigsner, como seu sucessor, Artur acha que foram outras competências, mais subjetivas, que pesaram.

"Tenho certeza que meu jeito de ser me ajudou a crescer e a chegar ao cargo que eu ocupo", diz. Artur está certo. Hoje, ter capacidade técnica é um pré-requisito. Mas o que faz com que alguém seja notado na imensidão de profissionais altamente qualificados são as chamadas atitudes comportamentais, mais difíceis de serem medidas, mas que garantem um desempenho acima do comum no dia a dia do trabalho.

Artur sintetiza essas competências como "jeito de ser", o que pode parecer pouca coisa, mas não é. A consultoria americana McKinsey conduziu uma pesquisa com mais de 140 presidentes com o objetivo de mapear quais aptidões comportamentais fazem a diferença para que um profissional encontre satisfação pessoal no trabalho e, consequentemente, entregue melhores resultados.

Segundo a consultoria, os líderes mais inspiradores têm, pelo menos, duas das cinco seguintes características bem desenvolvidas e reconhecidas por subordinados, colegas e chefes: atribuem significado ao trabalho; são otimistas; estabelecem conexões com pessoas diferentes; têm capacidade de engajar os outros e mantém a energia em alta.

No mercado brasileiro, apontam executivos e especialistas ouvidos por VOCÊ S/A, mais três habilidades estão valorizadas: possuir poder de análise; didática para liderar e comunicação eficiente. "Elas são unanimidade nas companhias brasileiras atualmente", diz Anderson Sant'anna, professor da Fundação Dom Cabral (FDC), de Minas Gerais. "Quanto mais alto o cargo, mais cobradas essas habilidades são." Super-homens só existem nas histórias em quadrinhos e nas telas de cinema.

Nenhum profissional é excelente em todas as oito competências. "Ser melhor ou pior em determinada habilidade depende muito da personalidade de cada um", diz Seille Cristine Garcia dos Santos, psicóloga e pesquisadora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). E ter ansiedade por se tornar um superexecutivo pode ser um perigoso inibidor do crescimento na carreira.

"O importante é entender no que você é bom e se concentrar nisso. Caso contrário, a frustração aparece e a produtividade diminui", diz Luiz Carlos Cabrera, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) de São Paulo e diretor da Amrop Panelli Motta Cabrera, consultoria de executive search. Não há uma receita universal para o aperfeiçoamento dessas habilidades.

O importante é entender em quais aspectos você se sai naturalmente melhor e esforçar-se para aprimorá- los. É o que faz o carioca Alexandre Lyra, de 49 anos, presidente da Vallourec & Mannesmann Tubes, multinacional fabricante de tubos de aço, que investiu na habilidade de saber se comunicar, analisando que tipo de linguagem e abordagem deveria usar para se aproximar de sua equipe.

"Aprendi a ouvir mais e a tirar o melhor do time por meio da conversa", diz Alexandre. Para conhecer seus pontos fortes, o jeito é gastar algumas horas num exercício que demanda força de vontade e disciplina, mas que, se bem executado, dá satisfação pessoal: o autoconhecimento. Saber quem você é e o que quer é o primeiro passo para descobrir no que é bom. "O autoconhecimento nada mais é do que descobrir como você normalmente age diante das situações que é obrigado a enfrentar", diz Bia Machado, filósofa e professora da Casa do Saber, de São Paulo.

Ela propõe um exercício para começar a se autoconhecer e a mapear os pontos fortes e fracos: avaliar que tipo de raciocínio você usa em determinadas ocasiões. Se numa reunião de planejamento estratégico, por exemplo, você costuma ser otimista e pensar sempre no longo prazo ou se, frequentemente, coloca o que pode dar errado em primeiro plano. "O modo de resolver os problemas dá indícios das áreas nas quais somos melhores", explica Bia.

O professor Cabrera dá outro conselho: "Pensar na sua biografia ajuda a se conhecer melhor", diz. Para isso, liste os desafios que você já enfrentou, as crises pelas quais passou e os resultados dos quais mais se orgulha. "Isso dá trabalho e quanto mais cedo começar, melhor", explica. "Pensar na trajetória de vida e de carreira é um antídoto contra a baixa autoestima", diz.

Isso é o começo para criar algo que faz toda a diferença: a sensação de satisfação com o que fazemos - sentimento que se reflete positivamente na vida pessoal e profissional. Logo abaixo você conhece quais são as atitudes mais importantes para ter sucesso na carreira.
TALENTOS NATURAIS - Evite a síndrome de super-homem. Ninguém tem as 8 habilidades prontas. "Entenda o que você faz bem e aprimore suas propensões naturais", diz Luiz Carlos Cabrera, da FGV e da Amrop Panelli Motta Cabrera, firma de executive search. Procure se cercar de pessoas que têm as competências que lhe faltam e podem complementar seu trabalho.

TÉCNICA - As competências comportamentais são importantes, mas não abandone a qualificação técnica, um pré-requisito para crescer no mercado de trabalho. "A exigência de preparo técnico é maior nos níveis mais baixos, por isso é fundamental investir nisso nos primeiros anos da carreira", diz o professor Anderson Sant'anna, da Fundação Dom Cabral.

REFLEXÃO - O autoconhecimento exige disciplina e esforço. De acordo com a McKinsey, após os 30 anos, experiências como casamento e paternidade facilitam esse exercício. Mas, quanto mais cedo começar a reflexão, melhor. "Quem se avalia desde o início da carreira se desenvolve com mais facilidade", diz Stella Angerami, da Counselling by Angerami.

CONVERSA - Para mapear pontos fortes e fracos, converse com mentores, amigos e colegas nos quais confia, para fazer uma interpretação correta de si mesmo. "Isso é importante porque um profissional nem sempre consegue ter a isenção necessária e perceber em que realmente precisa melhorar", diz Adriana Prates, consultora da Daisen Executive Search.